Capitulo 11
– Desde quando estamos perdidos? – perguntou furiosa.
– Como você quer que eu saiba? Se eu soubesse não estaríamos perdidos – falou estacionando o carro em qualquer lugar, não passava uma única alma por ali mesmo. Dentro do carro Cris estava com os pés no painel do carra, jogada para trás e com os braços apoiados no banco. Já Fiuk pensava em uma solução para o problema “perdidos em qualquer lugar”.
– Mas eu me mordo de ciúmes, mas eu me mordo de ciúmes ♫ – Cris cantava deixando Fiuk cada vez mais irritado.
– Chega você, se você não parar vou arranjar jeitos melhores para calar sua boca, se é que você me entende e isso não é uma ameaça – ele falou em tom autoritário.
– Mas é ciúme, ciúme de você, ciúme de você ♫
– Já chega garota – saiu do carro, abriu a porta do passageiro a pegou no colo e a carregou como se fosse um porquinho.
– Tá já parei, me solta seu estúpido, me solta ou eu grito – reclamou.
– Pode gritar ninguém vai te escutar mesmo – começou a dar giros fazendo ela ficar tonta.
– Para seu assassino, eu vou vomitar e culpa vai ser sua – batia nas costas dele.
– Diz que me ama que eu paro – continuava rodando com ela no ombro.
– Não seja ridículo, me larga – gritava sacudindo os pés e batendo nas costas dele.
– Já disse que se você falar que me ama eu te largo – continuava girando com ela – E se você vomitar em cima, o cheiro dentro do carro vai ficar ruim para você depois e não para mim – se divertia ameaçando ela.
– Seu, seu... estúpido. Só porque é mais forte, mais alto e mais gostoso acha que pode fazer isso com os fracos e oprimidos – continuava discutindo, mas depois percebeu que não conseguiria sair dali se não fizesse o que Fiuk queria – Fiuk, eu te amo – falou baixinho.
– O que? Não ouvi – se fazendo – Acho melhor você gritar.
– Droga – pensando – FIUK EU TE AMO – gritou. Ele rapidamente parou a colocando de frente para ele e sem que ela pudesse escapar a beijou, no inicio ela negou, até por estar um pouco assustada, mas depois se entregou, deixando o beijo rolar, calmo e apaixonado. Ele segurava ela pela cintura, e ela tinha os braços em volta do pescoço dele. Se separaram com dois selinhos, somente pela falta de ar, era incrível como quando estavam juntos tudo se completava.
– O que foi isso? – falou um pouco ofegante. Eles estavam com as testas coladas.
– Droga – pensando – FIUK EU TE AMO – gritou. Ele rapidamente parou a colocando de frente para ele e sem que ela pudesse escapar a beijou, no inicio ela negou, até por estar um pouco assustada, mas depois se entregou, deixando o beijo rolar, calmo e apaixonado. Ele segurava ela pela cintura, e ela tinha os braços em volta do pescoço dele. Se separaram com dois selinhos, somente pela falta de ar, era incrível como quando estavam juntos tudo se completava.
– O que foi isso? – falou um pouco ofegante. Eles estavam com as testas coladas.
– Um beijo – falou como se fosse óbvio – Aliás... o melhor dos nossos beijos. – riu, provocando ela.
– Idiota – se separou quebrando completamente o clima – Você e sua incrível cabeça já pensaram em algo para tirar a gente daqui – perguntou histérica.
– Na verdade... nunca estivemos perdidos – riu – entra ai, vou te levar para casa. – falou entrando no carro.
– Eu quero te matar Fiuk, só não vou a pé porque realmente não sei aonde você está – gritou, bufou e acabou entrando no carro.
Depois de muitas reclamações de Cristiana, o carro ficou em silêncio durante o caminho inteiro, chegaram a casa de Cris e Fiuk avistou Erich de longe sentado em um dos bancos que tinham na parte externa do condomínio.
Depois de muitas reclamações de Cristiana, o carro ficou em silêncio durante o caminho inteiro, chegaram a casa de Cris e Fiuk avistou Erich de longe sentado em um dos bancos que tinham na parte externa do condomínio.
– Olha seu namorado sentado lá – provocou ela apontando para Erich.
– Ele não é meu namorado – deu ombros – Tchal – deu um beijo na bochecha dele rápido correndo para dentro do condomínio.
– Hey Cris, desculpa por hoje cedo. – se desculpou – Não sabia que tinha namorado.
– Tudo bem, Erich ele me perdoou – riu e trocou um olhar cúmplice com Erich – Tchal, depois a gente se vê – subiu correndo.
– Mãe – gritou – Agora ela tá assim, sai de casa e me deixa sozinha e abandonada. Cris se sentou no sofá, ligou a TV, mas nada passava de interessante... Até que chegou á um canal que passava clipes de música, na primeiro clipe ela nem ligou, ele já estava no final também, se deitou no sofa e ficou escutando a última parte da música, assim que acabou... outro clipe começou, e era a música que ela menos queria ouvir, a música que estava tocando no quarto dele a última vez que se beijaram, lembranças foram inevitáveis, podia beijar o cara que fosse mais seus lábios, seu coração sempre seriam somente dele, embora a garota ainda não soubesse disso.
Fiuk chegou em casa e assim que entrou na sala, avistou Murilo, Mariana e Élida sentados no sofá o encarando.
Fiuk chegou em casa e assim que entrou na sala, avistou Murilo, Mariana e Élida sentados no sofá o encarando.
– Murilo – bateu as mãos, fazendo um típico “Ai papai”, em seguida olhou para as duas garotas – Vocês duas aqui? – perguntou estranhando, afinal... havia ficado com Mari sem ninguém saber, mas nunca passou disso, nem amigos eram... quanto mais a Élida nunca havia trocado nem um bom dia com ela.
– Elas vieram comigo leke – se entrometeu defendendo as garotas – Aonde você estava? Sua mãe falou que ainda não tinha chegado da escola e vamos falar aqui, faz um tempo que saímos da escola Fiuk.
– Ah cara, tava dando uma volta por aê – o que não era mentira, só escondeu o detalhe de Cris estar junto – Mas já to de saída de novo, será que a gente podia se falar outro dia – perguntou não querendo ser indelicado com os amigos, ou com o amigo? Os três entenderam, achando muito estranho acabaram indo embora. Fiuk não iria sair não, era um pequena mentira... estavam afim de ficar sozinho. Sentou na sua cama e resolveu escrever mais uma parte daquela música que estava compondo mais cedo.
“...As vezes eu me perco em palavrasque eu não sei dizer, e ver o seu sorriso é como estar no paraíso pra nunca mais te esquecer...”

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