Capitulo 17
Fiuk dirigia o carro, não queria derramar uma lágrima se quer, não por ter preconceito quanto á “homens não choram” mas sim chorar por pessoas que não mereciam isso, parou o carro no sinal vermelho e um pouco distante do lugar onde estava, avistou um skate.
– Um skate? – pensou em voz alta, por via das duvidas resolveu parar no acostamento e ver do que se tratava. Desceu do carro e pegou o skate, quase morreu quando o virou de ponta cabeça e tinha umas flores rosas, com a assinatura de Cris e um coração que ela tinha feito para ele, aquele skate era dela e não tinha duvidas disso, mas o que ele estaria fazendo ali? Cris nunca abandonaria seu skate, algo de muito grave estava acontecendo. Foi até o carro, guardou o skate, pegou o celular e ligou para a policia.
– Alô? – alguém respondeu na outra linha – Minha namorada se perdeu, não sei quanto tempo faz mais ou menos, e se ainda posso dar a queixa, mas eu preciso muito que mandem reforços – ele falava nervoso – O endereço? – ele foi até a esquina da rua e olhou o nome na plaquinha, em seguida passando a informação para o homem que anotava tudo do outra lado da linha – Ok eu aguardo, mas tentem ser rápidos pelo amor de deus. – Desligou o celular e voltou para dentro do carro. 10 minutos, 15 minutos, 30 minutos... e nada dos policiais chegarem, resolveu investigar isso sozinho, desceu do carro, e tentou imaginar onde ela estaria. Teve uma ideia, ligar para o celular de Cris. Discou o número, para sua surpresa conseguia ouvir o toque do celular dela.
– Ótimo, ela esta por perto – Fiuk foi seguindo o barulho, até se deparar com o penhasco e logo mais abaixo em meio as árvores, Cris desmaiada – Droga – ele gritou.
Ouviu uma sirene, eram os policias, nunca agradeceu tanto a deus na sua vida quanto estava agradecendo aquele momento. Correu em direção ao carro parado e orientou os policiais sobre aonde Cris estava, eles pediram para Fiuk se afastar enquanto faziam o resgate de Cris, o que não foi muito fácil pois a mesma estava desacordada.
Ouviu uma sirene, eram os policias, nunca agradeceu tanto a deus na sua vida quanto estava agradecendo aquele momento. Correu em direção ao carro parado e orientou os policiais sobre aonde Cris estava, eles pediram para Fiuk se afastar enquanto faziam o resgate de Cris, o que não foi muito fácil pois a mesma estava desacordada.
– Cris Cris – ele gritava tentando a acordar, a mesma estava em um maca pronta para entrar na ambulância – que a esse momento já tinha sido alertada. – Posso entrar com ela? – perguntou ao médico que assentiu, foram até o hospital. Lá Cris foi internada na emergência, precisava fazer alguns exames, pois ninguém sabia realmente o que havia acontecido com ela.
– E então doutor? – Fiuk estava sentado ao lado da mãe de Cris na sala de espera, e assim que avistaram os médicos ambos se levantaram.
– E então doutor? – Fiuk estava sentado ao lado da mãe de Cris na sala de espera, e assim que avistaram os médicos ambos se levantaram.
– Os exames por incrível que possa parecer não deram positivo para traumatismo craniano apesar de ela ter batido forte a cabeça na árvore como você me disse... – ele ia prosseguir mas Fiuk o interrompeu.
– Na verdade eu não sei, era a posição que ela estava parecia que tinha batido a cabeça na árvore – explicou – Mas você enrolou e não disse até agora, ela tá bem? – A mãe de Cris só chorava ao lado de Fiuk, que a abraçava de lado tentando passar força.
– Na verdade, os exames que fizemos deram negativo a qualquer machucado, hematomas, traumatismos, emfim... Mas ela não quer acordar de jeito maneira, achamos que ela possa estar em coma – admitiu por fim.
– E isso é muito grave? – Fiuk perguntou.
– É bastante grave sim, se ela não acordar para nos dizer o que aconteceu para fazermos os exames certos, ela pode ter pego algo e nunca iremos saber entendem? – Fiuk afirmou com a cabeça.
– E ela pode receber visitas? – perguntou a mãe de Cris.
– Pode sim, mas no máximo de duas pessoas – ele comunicou – estão só vocês dois? – Fiuk e a mãe de Cris assentiram e então ele prosseguiu – Então podem entrar juntos – sorriu – Por favor me sigam.Ambos seguiram o médico que seguia em direção ao quarto em que Cris estava. Quanto entraram no quarto, Cris dormia profundamente, estava um pouco pálida e com uma das pernas engessadas, o médico ao ver isso se pronunciou.
– Pode sim, mas no máximo de duas pessoas – ele comunicou – estão só vocês dois? – Fiuk e a mãe de Cris assentiram e então ele prosseguiu – Então podem entrar juntos – sorriu – Por favor me sigam.Ambos seguiram o médico que seguia em direção ao quarto em que Cris estava. Quanto entraram no quarto, Cris dormia profundamente, estava um pouco pálida e com uma das pernas engessadas, o médico ao ver isso se pronunciou.
– Desculpem, esqueci de dizer que cabeça minha – ele colocou a mão sobre a cabeça – Cris esta com o tornozelo torcido, nada muito grave, mas para recuperar cem por cento dos movimentos quando ela acordar serão precisos sessões de fisioterapia. – comunicou o médico.
– E isso é muito caro? – perguntou a mãe. Não que a mãe de Cris fosse pobre, mas ela era aposentada e recebia somente a aposentadoria, já que era sozinha pois o pai de Cris havia morrido, o tratamento seria caro demais para seu pequeno “salário”.
– Em torno de dois a três mil reais por mês – falou – Mas, se a senhora não tiver dinheiro, o SUS cobre essa fisioterapia. A sorte é que Cris não precisou fazer a cirurgia, ela é ainda mais cara. –
ele sorriu simpático – agora se me dão licença, preciso ver outros pacientes – sorriu novamente e se retirou, deixando Fiuk e a mãe de Cris sozinhos no quarto. ele sorriu simpático – agora se me dão licença, preciso ver outros pacientes – sorriu novamente e se retirou, deixando Fiuk e a mãe de Cris sozinhos no quarto.
ele sorriu simpático – agora se me dão licença, preciso ver outros pacientes – sorriu novamente e se retirou, deixando Fiuk e a mãe de Cris sozinhos no quarto. ele sorriu simpático – agora se me dão licença, preciso ver outros pacientes – sorriu novamente e se retirou, deixando Fiuk e a mãe de Cris sozinhos no quarto.

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