Capitulo 9
– Mãe – chamou assim que adentrou o apartamento, ninguém respondeu – Que estranho, ela disse colocando as chaves em cima do criado mudo. Foi até a cozinha e achou um bilhete na geladeira:
“Filha,Sei que chegaria com fome da escola, por isso decidi colocar o bilhete aqui na geladeira...O motivo de eu não estar em casa quando chegar é porque pensei muito noque você disse e resolvi procurar uma ajuda.Te amo muito meu amor, tem arroz, bife e feijão na geladeira...Só colocar no prato e esquentar, beijos mamãe.”
Cris terminou de ler o bilhete e sorriu.
Cris terminou seu almoço e desceu para colocar o lixo nas lixeiras, se desse sorte talvez já estivesse na hora do caminhão passar para recolher o lixo, desceu até as lixeiras, botou o lixo fora e quando estava quase entrando no prédio foi atropelada por um menino de olhos azuis que usava patins.
Cris terminou seu almoço e desceu para colocar o lixo nas lixeiras, se desse sorte talvez já estivesse na hora do caminhão passar para recolher o lixo, desceu até as lixeiras, botou o lixo fora e quando estava quase entrando no prédio foi atropelada por um menino de olhos azuis que usava patins.
– Desculpa – Ele rapidamente a ajudou a levantar – Não foi minha intenção lhe machucar – sorriu – Tudo bem com você? – Perguntou preocupado.
– Tudo sim, fora o fato de nessa semana eu já ter sido atropelada duas vezes – ela riu – Cristiana Peres prazer – sorriu e estendeu a mão em direção ao rapaz.
– Erich Pelitz – pegou na mão dela terminando o aperto – o prazer é todo meu.
– Você é novo aqui no condomínio? Nunca te vi por aqui antes.
– É sou sim, cheguei ontem de mudança... Mas como fui ver o lance da matricula no colégio nem dei a honra da minha presença – os dois riram – Mas, eu vivo treinando, vai me ver mais vezes andando de patins por aqui.
– É? Que legal, e em que colégio vai estudar? – perguntou – Eu também estou sempre treinando, mas minha praia é outra – ela sorriu – Skate.
– Minha mãe conseguiu uma vaga para mim no Primeira Opção, Skate? Nossa que legal, sempre quis aprender. – confessou sincero.
– Ah demorou então, qualquer dia te ensino – sorriu – Mas agora preciso subir, minha mãe chegando ali ó – apontou para a mãe, em seguida acenando – A gente se encontra por ai, por falar nisso... também estudo no primeira opção – Sumiu da vista do garoto de encontro a mãe. Fiuk recém chegava na escola, para seu alivio já era sexta-feira, com fones de ouvido ele nem escutou o som do sinal, se sentou em uma das escadas e começou a compor uma música.

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